sábado, 6 de outubro de 2012

Vestibulares das federais já têm que incluir a lei das cotas, diz Mercadante


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou nesta sexta (5) que as universidades  federais que já lançaram editais para os vestibulares terão que se adequar à lei das cotas que destina um percentual das vagas nestas instituições para estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas. Pela lei, 12,5% das vagas já têm de ser reservadas para estudantes que fizeram todo o ensino médio em colégio público para o início de 2013.

Segundo o ministro, não haverá prorrogação de prazo para essa adequação. "Lançar edital é uma coisa, fazer o vestibular é outra. Até lá elas terão que se adequar", disse Mercadante. "Todas as universidades terão que obedecer a lei", afirmou. "Não existe a possibilidade de não adotar o que a lei manda." O ministro estimou que até a próxima semana o decreto que regulamenta a lei das cotas será publicado.


As universidades e institutos federais terão quatro anos para implantar progressivamente o percentual de reserva de vagas estabelecido pela lei, mesmo que já estejam adotando algum tipo de sistema de cotas na seleção. Atualmente, não existe cota social em 27 das 59 universidades federais. Além disso, apenas 25 delas possuem reserva de vagas ou sistema de bonificação para estudantes negros, pardos e indígenas.

De acordo com a lei, metade das vagas oferecidas serão de ampla concorrência, já a outra metade será reservada por critério de cor, rede de ensino e renda familiar.

A cota de 50% só deverá ser implantada por todas as universidades e institutos federais no segundo semestre de 2016. No entanto, a lei exige que, até lá, as instituições apliquem pelo menos 25% da reserva de vagas prevista no texto a cada ano. Isso significa que, a partir de 2013, uma instituição com 1.000 vagas abertas deverá reservar 12,5% delas para estudantes de escolas públicas, sendo que 7,25% das vagas serão para estudantes de escola pública com renda familiar de até 1,5 salário mínimo per capita e uma porcentagem definida pelo Censo do IBGE para estudantes de escola pública que se autodeclarem pretos, pardos ou indígenas.


Adequação

Algumas universidades já se adequaram à lei das cotas. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vai obedecer ao previsto em lei. A Universidade de Brasília (Unb) informou nesta sexta-feira (4) que suspendeu nesta sexta-feira (5) as inscrições para o 1º vestibular de 2013 e para a 3ª etapa do Programa de Avaliação Seriada (PAS).


Por meio de nota, a UnB informou que a decisão foi tomada para evitar que aumente o número de candidatos inscritos que precisarão refazer o processo de inscrição quando o Ministério da Educação publicar decreto regulamentando a Lei de Cotas.

De acordo com a universidade, as inscrições serão reabertas em data ainda não definida, e o edital será republicado com a inclusão das determinações da nova legislação.

A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) explica que o percentual de reserva de vagas já adotado pela Ufes varia de 40% a 50%, dependendo do curso, o que será mantido para 2013. Porém, dentro deste quantitativo, ainda serão aplicadas as regras da nova lei, que determina a reserva para negros, pardos e indígenas.

Em Pernambuco, as datas da segunda fase do vestibular da UFPE foram canceladas até que a regulamentação da lei das cotas seja publicada.

A maior resistência à lei vem da Universidade Federal Fluminense (UFF). Em entrevista ao jornal "O Globo", o reitor da UFF, Roberto Salles, questiona com veemência a forma como a regra pode ser implantada e diz que a universidade não vai se adequar à lei no vestibular de fim de ano.

"Não tem como, por uma questão de tempo. A prova do Enem já é no começo de novembro. Sequer houve discussão interna. Vamos nos preparar direito e estudar para não fazer uma coisa de maneira atabalhoada", afirmou. "Ninguém pode nos obrigar a simplesmente aplicar o que está escrito na lei. Se quisessem pressa, deveriam ter aprovado isso lá no começo do ano.


Fonte: g1.globo.com



Dica da semana!

A dica da semana veio recheada dessa vez. Trouxemos pra vocês, três dicas de laçamentos da editora Rocco para esse mês de Outubro.


 Livro: Gata Branca (#01)

 Série: Mestres da Maldição

 Autora: Holly Black







Primeiro de uma série, Gata branca é um romance de fantasia urbano com toques de ficção científica. O protagonista é o jovem Cassel, que vem de uma família de Mestres da Maldição, pessoas com o poder de mudar suas emoções, suas memórias e sua sorte com um simples toque. Sem o gesto mágico, porém, Cassel se sente um estranho entre os seus, nesta fascinante trama que mistura magia, crimes e relações familiares.





Livro: O mago 

                              Série: Os Segredos de Nicolau Flamel
                                                     
                                                      Autor: Michael Scott








Aventura e, claro, muita magia esperam os leitores na aguardada continuação de O alquimista, do irlandês Michael Scott. Em O mago, Sophie e Josh Newman chegam a Paris, terra de Nicolau Flamel, e descobrem que o autor e famoso colecionador de arte Maquiavel trabalha para o maléfico Dr. John Dee. Numa eletrizante corrida contra o tempo, os irmãos enfrentam toda sorte de armadilhas para impedir que John Dee alcance seu objetivo.









Livro: Espinho de ferro

Série: O código de ferro

Autor: Caitlin Kittredge






Prestes a completar 16 anos, Aoife Grayson sabe que seu tempo está se esgotando. Afinal, em sua família, todos enlouqueceram nessa idade, incluindo sua mãe e seu irmão mais velho, Conrad. Ao receber uma misteriosa carta, que reconhece ter sido escrita por ele, a menina decide lutar contra sua estranha herança familiar. Indicado ao título de melhor livro do ano pelo site americano GoodReads, Espinho de ferro é o primeiro volume da trilogia O Código de Ferro.




Fonte: livrosemserie.com.br (Postado por: Bru 'Duda')


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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Brincando com Ciência




Galerinha!
Dia 6 de outubro, sábado agora, vai rolar no Espaço Biblioteca Comunitária Semear uma atividade interessantíssima, voltada para o público infantil.
O "Brincando com Ciência" está na sua segunda edição, graças ao sucesso da primeira, onde vários pequenos cientistas compareceram à Biblioteca para aprender um pouquinho sobre Ciência.
Na tarde desse sábado, uma equipe de alunos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) estará na Biblioteca, proporcionando o contato das crianças, com alguns tipos de experiências químicas simples e divertidas, desenvolvendo assim, o interesse da criançada pela Ciência!
A faixa etária vai de 4 à 14 anos, e a ENTRADA É FRANCA!

‘A nível de’ ou ‘em nível de’? Saiba qual é o correto e quando usar


A NÍVEL DE, EM NÍVEL DE ou AO NÍVEL DE?

1. INACEITÁVEL. O grande erro quanto ao uso da expressão “a nível de” é sua utilização em situações em que não há “níveis”: “A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido”; “A nível de sentimento, isso é irreversível”; “A nível de relatório, só devemos descrever o essencial”; “A nível de gramática, isso está errado”…

2. ACEITÁVEL. Podemos usar a expressão “em nível” sempre que houver “níveis”: “Esse problema só pode ser resolvido em nível de diretoria” (=a empresa deve ter outros níveis hierárquicos); “Isso só acontece em nível municipal” (=poderia ser em nível estadual ou federal).

A expressão “ao nível do mar” é perfeitamente aceitável.


2h OU 2hs? 1h30m OU 1h30min OU 1h30?

Observação do leitor: “Noto um grande erro no emprego das unidades e grandezas físicas. As unidades são normatizadas por organismos internacionais e obedecidas no Brasil por lei e também pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) nas suas edições de terminologia.”

Leitor tem razão. Vejamos alguns exemplos:

Velocidade = 90 km/h (noventa quilômetros por hora);

Comprimento ou distância = 1m (um metro); 2m (dois metros);

Tempo = 1h (uma hora); 2h (duas horas),

21h30min (vinte e uma horas e trinta minutos),

5h51min33seg (cinco horas, cinquenta e um minutos e trinta e três segundos);

Massa = 1g (um grama); 200g (duzentos gramas).


Contagem REGRESSIVA ou PROGRESSIVA?

Observação do leitor: “Apontando a arma para a nuca ou pescoço das vítimas, ele fazia contagem regressiva: 1, 2, 3, 4…”

Isso só comprova que há quem não saiba a diferença entre PROGREDIR e REGREDIR.

Ou, então, podemos concluir que é possível “progredir para trás” ou “regredir para frente”…

E agora, vamos começar uma contagem “progressiva”: 10, 9, 8, 7…

Não. Isso é contagem regressiva.


Reboliço ou rebuliço? Bucal ou bocal?

Depende.

Reboliço é “que tem forma de rebolo, que rebola”;

Rebuliço é “bagunça, grande barulho, agitação, desordem, confusão”;

Bucal é “relativo à boca” – “Ele está com problemas bucais (=na boca)”;

Bocal é “abertura de vaso, candeeiro, frasco, castiçal…” – “Pôs a lâmpada no bocal”.


Uso dos artigos antes dos TOPÔNIMOS

Pergunta de uma leitora: “Passamos por Botafogo ou pelo Botafogo? Estamos aqui nos referindo ao bairro, e não ao clube de futebol. Eu, por exemplo, acho que é por Botafogo. Mas, se isso estiver correto, por que passamos pelo Leblon? Como poderemos saber qual é a preposição certa? O que rege isso? Qual é a regra? Como poderemos saber se um bairro é masculino ou feminino?”

A dúvida não é quanto à preposição, e sim se devemos ou não usar artigo definido antes do nome dos bairros. Não há propriamente uma regra.

Aqui no Rio de Janeiro, por exemplo, nós dizemos:

Copacabana, Ipanema, Botafogo… = sem artigo;

a Tijuca, a Glória, a Barra… = com artigo feminino;

o Leblon, o Catete, o Méier… = com artigo masculino.

A dúvida permanece em nomes de cidades, estados, países…

Porto Alegre, São Paulo, Goiás, Portugal… = sem artigo;

a Bahia, a Paraíba, a Alemanha, a Inglaterra… = com artigo feminino;

o Recife, o Rio de Janeiro, o Irã, o Egito… = com artigo masculino.

Assim sendo, estamos corretíssimos quando “passamos por Botafogo ou pelo Leblon”.

Fonte: Sérgio Nogueira (g1.globo.com)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Aconteceu...

Nesse ultimo sábado (29/09), aconteceu no Espaço Biblioteca Semear, um show maravilhoso da cantora Paula Felix.
Com uma voz que encantou a todos e um repertório escolhido a dedo, Paula esquentou a noite, que aparentava ser fria.
Demonstrando muita simpatia levou alguns instrumentos e deixou a disposição do publico, para que esse, se quisesse, pudesse participar do show. E além disso, abriu o microfone para quem estivesse afim de soltar a voz.

Confira as FOTOS do show!

domingo, 30 de setembro de 2012

Rede pública do Rio terá escolas bilíngues em francês, espanhol, inglês e chinês


De olho na Copa do Mundo de 2014, nas Olimpíadas de 2016 e nos investimentos estrangeiros que o Estado deverá receber nos próximos anos, a Secretaria Estadual de Educação do Rio planeja criar quatro escolas bilíngues na rede estadual, nos próximos anos. Cada escola será voltada para o ensino de um idioma específico: francês, espanhol, inglês e chinês (mandarim).

“As escolas devem estar preparadas para os eventos que o Rio de Janeiro receberá nos próximos anos. Nossos jovens têm o direito de conhecer outras culturas e de se expressar adequadamente também em outras línguas”, disse o secretário de Educação, Wilson Risolia.

Os projetos mais avançados são os das escolas especializadas em francês e mandarim. O convênio para a implantação da escola em língua francesa, que deverá funcionar a partir do segundo semestre de 2013, foi assinado há duas semanas entre o governo estadual o Consulado da França no Rio. O acordo prevê também a implantação de escola bilíngue na França, que vai promover a língua portuguesa.

O acordo para a escola bilíngue de mandarim foi assinado no último dia 25 em Pequim, entre o governo fluminense e a prefeitura da capital. Além da escola no Rio, haverá outra instituição português-mandarim em Pequim.

Em relação às demais escolas, a Secretaria Estadual de Educação ainda não tem detalhes sobre como será feito o ensino bilíngue, quem serão os professores ou onde ficará cada unidade.


Fonte:  Vitor Abdala, da Agência Brasil, no Rio (educacao.uol.com.br)