sexta-feira, 31 de agosto de 2012

DICA DA SEMANA!!!!

Conheça Feita de Fumaça e Osso, nova série da Editora Intrínseca 


No inicio de setembro a editora Intrínseca lança no Brasil o primeiro volume da série Feita de Fumaça e Osso, um dos maiores sucessos editoriais na América do Norte nos últimos meses.
Confira abaixo a sinopse oficial do livro, assim como sua capa nacional.



Pelos quatro cantos da Terra, marcas de mãos negras aparecem nas portas das casas, gravadas a fogo por seres alados que surgem de uma fenda no céu. Em uma loja sombria e empoeirada, o estoque de dentes de um demônio está perigosamente baixo. E, nas tumultuadas ruas de Praga, uma jovem estudante de arte está prestes a se envolver em uma guerra sem precedentes. O nome dela é Karou. Seus cadernos de desenho são repletos de monstros que podem ou não ser reais; ela desaparece e ressurge do nada, despachada em enigmáticas missões; fala diversas línguas, nem todas humanas, e seu cabelo azul nasce exatamente dessa cor. Quem ela é de verdade? A pergunta a persegue, e o caminho até a resposta começa no olhar abrasador de um completo estranho. Um romance moderno e arrebatador, em que batalhas épicas e um amor proibido unem-se na esperança de um mundo refeito.



O livro já teve seus direitos de adaptação comprados e deverá ir para as telonas em breve, enquanto o segundo volume da série, Days Of Blood and Starlight será lançado em novembro nos Estados Unidos.


Fonte:  Livros em Série 

Países pobres acusam ricos de ignorar promessas sobre clima


Cerca de 50 das nações mais pobres do mundo disseram que as promessas feitas pelos países ricos de destinar recursos para ajudá-las a se adaptarem aos riscos de um planeta mais quente estão sendo ignoradas, na retomada das negociações da ONU, nesta quinta-feira (30), em busca de um pacto global do clima que entre em vigor em 2020.

O grupo, na maioria integrado por nações africanas, disse que as conversações iniciadas em 2007 para definir um acordo que suceda o Protocolo de Kyoto não podem terminar sem que as nações ricas se comprometam a lhes conceder ajuda para lidar com a crescente elevação do nível dos mares causada pelas mudanças climáticas.

Nações tradicionalmente industrializadas, como a União Europeia, os Estados Unidos e o Japão, querem encerrar essas conversações, que em 2009 fracassaram em sua meta de formatar um pacto global de cumprimento obrigatório para redução de emissões de gases que provocam o aquecimento da Terra, o qual entraria em vigor em 2013.

Esses países querem se concentrar em um novo acordo que tenha efeito no fim da década.
"Não podemos viver com essas questões sendo adiadas até que um novo acordo seja negociado em 2013, o qual não iria sequer entrar em vigor em 2020", disse o presidente do grupo de negociadores dos Países Menos Desenvolvidos, Pa Ousman Jarju.

As nações ricas se prometeram a destinar 100 bilhões de dólares por ano a partir de 2020 para ajudar as mais pobres a combaterem os efeitos das mudanças climáticas, mas os países mais pobres temem que os recursos existentes, de 10 bilhões de dólares reservados por ano, expirem em dezembro sem que seja feito um novo acordo interino para suprimento de fundos.

"Todas as partes precisam de uma compreensão mais clara de como obter os 100 bilhões de dólares por ano até 2020, sem falhas", disse a secretária-executiva do departamento de clima da ONU, Christiana Figueres.

O apelo acontece num momento em que as nações ricas enfrentam dificuldades para controlar seus déficits e dívidas públicas, ao mesmo tempo que as propostas para buscar no setor privado dinheiro, por meio de regulamentações ou tributação de emissões de setores como aviação e navegação, vêm tendo dificuldade de angariar apoio.

As negociações em Bangcoc, que vão prosseguir até a semana que vem, também tentarão obter avanços na discussão sobre se os países que se recusaram a cumprir metas de redução de emissões, sob o Protocolo de Kyoto, poderiam ter acesso aos mercados de carbono lançados por esse tratado, firmado em 1997.

O tema interessa aos governos da Austrália, Nova Zelândia e Japão, que estabeleceram metas para grandes empresas emissoras de carbono, ou planejam fazer isso, e estão interessados em permitir que elas usem créditos baratos de carbono do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo para assim cortar custos.

Os países mais pobres querem usar o acesso aos créditos de carbono como condição para que esses três países voltem a se comprometer com Kyoto.
As conversações também terão como meta definir como os países podem aumentar seus compromissos voluntários de corte de emissões até 2020, feitos na cúpula do clima de Copenhague, em 2009.


Fonte: g1.globo.com

Criança ‘arteira’ precisa que suas qualidades sejam destacadas

Algumas crianças chegam ao consultório de psicologia devido a serem muito arteiras, com um longo histórico de traquinagens. Estão sempre no meio das confusões. Não obedecem em casa ou na escola. Às vezes, são confundidas como sendo hiperativas. As reclamações vêm de todos os lados. O último recurso é levá-las a algum lugar onde possam ser consertadas, como se tivessem um defeito.

Se as pessoas que lidam com elas têm essa visão, a das crianças não é nada diferente. Sentem realmente terem algo de errado. Dia desses, uma delas disse que não só ela deveria ir à sessão de psicologia, mas outras crianças de sua escola também – tinham um perfil parecido. Eram justamente aquelas com as quais se envolvia em encrencas.

Diz o ditado que um burro velhaco procura o outro. Não sei se são crianças velhacas ou do mal, como elas próprias dizem. O que dá para perceber é que são crianças que encontraram na insubordinação às regras um modo de serem. E assim são reconhecidas.

Dificilmente as pessoas lhes apontam as coisas positivas que fazem, assim como elas, que não conseguem enxergar em si algo nesse sentido. Por um motivo ou outro, essas crianças foram se construindo dessa maneira, onde a quebra de regras parece ser a regra para elas.

Se o meio não consegue reconhecê-las de outra forma, fica a dúvida de como isso tudo começou. O que se percebe é que elas não têm muita autoconfiança. O tempo todo parecem trazer o ambiente para ajudá-las em sua ação no mundo, lembrando-o do quanto são desajeitadas e incapazes. É o jeito que encontram de serem vistas.

O que gera uma interpretação atrapalhada – são vistas como aquelas que querem ser o centro de tudo, não importando como. Na verdade, estão apenas dizendo o quanto precisam do outro e de serem cuidadas. Que alguém lhes dê referências do modo de ser e agir.

Essas são, muitas vezes, encontradas no grupo de crianças com características semelhantes – ao se encaixarem nele, sentem-se aliviadas. Tanto é assim que tendem a justificar suas ações dizendo que foi porque o outro mandou.  Mais que se eximir da responsabilidade, o fato é que encontraram ali alguém que lhes direcione – no caso, um líder negativo.

E assim, vão construindo uma imagem para si e para o outro de alguém desajeitado e transgressor. Num sistema que vai se auto-alimentando – a ação da criança reforçando a imagem que os outros têm dela, que por sua vez fortalece a ação da criança. Afinal, não é isso que esperam dela?

Para que as coisas mudem, é preciso quebrar essa cadeia. Os adultos que cuidam dela precisam tomar as rédeas e esquecer as lições de moral. Sem questionar a importância delas, não é apenas disso que essas crianças precisam.

Elas necessitam serem vistas e reconhecidas em seus aspectos positivos também, o que as ajudará a se perceberem de outra forma e com possibilidade de serem diferentes. Às vezes, ficamos um tempo grande chamando a atenção do filho por algo que não está tão bom, que pouco sobra para os elogios.

Além disso, é preciso mostrar confiança na criança, de que ela é capaz de ser diferente. E que os pais e os professores estão juntos nessa empreitada. Só assim, ela conseguirá acreditar que é capaz de fazer coisas boas e ter firmeza para ser ela própria. Sem precisar que alguém lhe diga a todo momento como deve agir.


Fonte: g1.globo.com / por Ana Cássia Maturano

Dilma sanciona lei que cria cota de 50% nas universidades federais


A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quarta-feira (29), com apenas um veto, a lei que destina 50% das vagas em universidades federais para estudantes oriundos de escolas públicas.
De acordo com a lei, metade das vagas oferecidas serão de ampla concorrência, já a outra metade será reservada por critério de cor, rede de ensino e renda familiar. As universidades terão quatro anos para se adaptarem à lei. Atualmente, não existe cota social em 27 das 59 universidades federais. Além disso, apenas 25 delas possuem reserva de vagas ou sistema de bonificação para estudantes negros, pardos e indígenas.

Durante a cerimônia de sanção, que foi fechada à imprensa, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o Brasil tem um “duplo desafio”: o de democratizar o acesso às universidades e o de manter um alto nível de ensino e a meritocracia.

“O Brasil precisa fazer face frente a esses dois desafios, não apenas um. Nada adianta manter uma universidade fechada e manter a população afastada em nome da meritocracia. De nada adianta abrir a universidade e não preservar a meritocracia”, afirmou a presidente.

A cota racial será diferente em cada universidade ou instituto da rede federal. Estudantes negros, pardos e índios terão o número de vagas reservadas definido de acordo com a proporção dessas populações apontada no censo do IBGE de 2010 na unidade da federação em que está a instituição de ensino superior.


As demais vagas reservadas serão distribuídas entre os alunos que cursaram o ensino médio em escola pública, sendo que no mínimo metade da cota (ou 25% do total de vagas) deverá ser destinada a estudantes que, além de ter estudado em escola pública, sejam oriundos de famílias com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita.

A proposta exige que as instituições ofereçam pelo menos 25% da reserva de vagas prevista na lei a cada ano.

Segundo informou a ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, Dilma fez apenas uma alteração no texto aprovado pelo Senado no último dia 7 e determinou que a seleção dos estudantes dentro do sistema de cotas seja feita com base no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Dilma vetou o artigo 2º do texto, que previa que a seleção dos estudantes pelo sistema de cotas será feita com base no Coeficiente de Rendimento (CR), obtido a partir da média aritmética das notas do aluno no ensino médio.

“Foi um veto que resultou de uma opinião unânime do governo federal na medida que o MEC (Ministério da Educação) tem trabalhado para constituir o Enem como a forma universal de acesso a universidades federais”, afirmou Luiza Bairros.

Esta quarta-feira era o último dia do prazo para sanção. A lei deverá ser publicada no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (30), data a partir da qual começa a contar o prazo de quatro anos para as universidades se adaptarem à lei.

O ministro da Educação afirmou que a lei ainda precisará de uma regulamentação, que definirá o cronograma de implantação das cotas nas universidades. A regulamentação está sendo discutida com conselhos de reitores e que deverá ser divulgada até o final do ano, segundo ministro.

Mercadante esclareceu que a lei entra em vigor a partir da data de sua publicação, mas que as universidades terão até 2016 para implantarem as novas regras de acesso.

“A lei foi aprovada para entrar em vigência imediatamente, o que significa que 2013 será o primeiro ano dos quatro anos em que essas cotas serão implantadas. Elas serão implantadas progressivamente em quatro anos”, afirmou. “Nós teremos que ter uma regulamentação para exatamente estabelecer esse cronograma de implantação”, explicou o ministro.

O ministro afirmou ainda que os cotistas poderão receber auxílio da universidade caso tenham dificuldade em determinadas matérias e que as instituições terão de adotar políticas de inclusão. Mercadante defendeu a manutenção da “excelência do ensino”.

“Nós teremos que ter curso de nivelamento, teremos que ter tutoria. Nós estamos discutindo com o conselho de reitores exatamente a regulamentação desse processo nos próximos quatro anos e as medidas que serão necessárias para que esses alunos tenham bom desempenho quando ingressarem na universidade, porque, se nós queremos a inclusão social, nós queremos manter a excelência da universidade”, declarou.


Fonte: g1.globo.com

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Como incentivar meu filho a ler?


Pequenos passos, como deixar os livros ao alcance das mãos e ler pelo menos 20 minutos por dia, fazem toda a diferença. Algumas dicas práticas: 

Dê o exemplo e leia você também. É bom para você e excelente para seu filho, que seguirá seu modelo naturalmente. 

Deixe os livros à mão para ele folhear e inventar histórias. Livros têm de ser vividos, usados, não podem parecer objetos sagrados. 

Reserve um horário para a leitura e transforme em um momento de prazer. Aconchegue-se com seu filho, leia para ele, mostrando as palavras. Quando ele crescer, ajude-o na leitura. 

Frequente livrarias e bibliotecas. Dê livros, gibis ou revistas de presente. 

Comente sempre o livro com ele. Incentive-o a falar da história e contá-la para outras pessoas. 

Empreste livros para os amiguinhos dele. Estimule a troca e as conversas. 

Estimule atividades que usem a leitura - jogos, receitas, mapas.


Fonte: educarparacrescer.abril.com.br

Quais são os benefícios da leitura?


Segundo o Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos ligados à Educação, a leitura: 

Desenvolve o repertório: ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. É uma forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para você e para o mundo. 

Liga o senso crítico na tomada: livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos. 

Amplia o nosso conhecimento geral: além de ser envolvente, a leitura expande nossas referências e nossa capacidade de comunicação. 

Aumenta o vocabulário: graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos

Estimula a criatividade: ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares, personagens, histórias… 

Emociona e causa impacto: quem já se sentiu triste (ou feliz) ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem. 

Muda sua vida: quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. 

Facilita a escrita: ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Ou seja, quem lê mais escreve melhor.



Fonte:  educarparacrescer.abril.com.br

Pesquisas mostram que quanto mais cedo se começa ler maiores são chances de se tornar um leitor assíduo


Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. "Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores", diz Márcia Tim, professora de literatura do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP). 

A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras. 


Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Parece exagero? Nos Estados Unidos, por exemplo, a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda.





Fonte: educarparacrescer.abril.com.br

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Poesia e simpatia

Na noite desse sábado (25/08), aconteceu no Espaço Biblioteca Semear, um sarau delicioso!Onde foi possível apreciar alguns poemas e histórias do nosso grande Mano Melo, contadas por ele.

Com simplicidade, simpatia e humor, o poeta prendeu a atenção de todo o público presente, desde os mais experientes, até os bem novinhos.

Mano também contou com a presença de alguns amigos, que tiveram sua vez ao microfone, para expor os seus trabalhos.

Poetas, atores, amadores... todos puderam se expressar. O que fez com que a noite se tornasse totalmente agradável, e o publico não tivesse vontade de ir embora. Muitos continuaram na biblioteca, após o termino do sarau, lendo poesias uns para os outros.


Veja algumas fotos do evento na postagem a baixo!

Fotos do Sarau com Mano Melo e convidados - 25/08


-Clique para ampliar-






                     Stephanie Vaz

                  Mano Melo

                  Mano Melo

                   Mano Melo

                  Mano Melo

                           Katia D´Angelo

                           Katia D´Angelo

                       Marcelo Mello

                           Fábio Fernando
              

   
                     
                    Mano Melo


 


  


  


  


  


                         Fábio e Mano


  


                          Fábio e Mano

   


                             Fábio e Mano

   
                   Tomé Lima


                        Alice Azevedo





Veja mais fotos do evento 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Livros infantis para baixar gratuitamente

A casa feia -




A galinha ruiva -


João e o pé de feijão com gravuras do século IX - http://www.4shared.com/document/hQHigpMV/Joo_e_o_p_de_feijo_com_gravura.htm


O pequeno príncipe - 





Coleção Cruz e Sousa Seleção de três obras do precursor do estilo Simbolista no Brasil

Mergulhe na musicalidade do precursor simbolista com estas obras

O poeta brasileiro João da Cruz e Sousa (1861-1898), também conhecido como Dante Negro ou Cisne Negro, foi um dos precursores do Simbolismo no Brasil. Considerado mestre do estilo, era filho de escravos negros alforriados e foi criado por um marechal no sul do país, de quem herdou o último nome.

Apesar do brilhantismo nos estudos e nas obras, inspiradas na admiração pelo Simbolismo francês, Cruz e Sousa não viu os frutos de seu pioneirismo. Sofreu discriminação e perseguições raciais durante toda a vida, o que o levou a lutar contra o preconceito no jornal Tribuna Popular. Porém, o autor só obteve reconhecimento após a morte. Deixou seus quatro filhos e a mulher, que mais tarde ficou louca após perder de toda a família por conta da tuberculose.


Para entender melhor a obra do autor e, portanto, todo o espírito sensorial (especialmente musical) simbolista, a seleção de livros eletrônicos da Coleção Cruz e Sousa é ideal. Nas versões você pode escolher qual deles deseja baixar: as poesias de Faróis (1900) e Broquéis (1893) ou o grande livro de poemas em prosa, Missal (1893).



Para baixar os textos clique aqui: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ua00080a.pdf


Fonte: G1.com.br

APP COM ROMANCES DE MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis é um dos escritores mais famosos de todos os tempos. Não somente para os leitores da língua portuguesa como também de todo o mundo. E como o iPhone e o iPad estão entre os dispositivos mais utilizados para leitura de e-books nos últimos anos, não poderia deixar de haver um aplicativo com informações e obras deste talentoso autor para o iOS. Por isso, o desenvolvedor brasileiro Rafael Costa criou o Machado de Assis – Romances. Por apenas U$ 0,99 (R$ 2), o usuário pode fazer o download do app no iTunes e ter, ao alcance de um simples toque, todos os romances do escritor que estão disponíveis no Domínio Público brasileiro. Estas obras são tão importantes que estão entre os “patrimônios da cultura brasileira”, e por isso, podem ser acessadas por qualquer um. 

São dez romances disponíveis na aba “Romances” do Aplicativo. São eles: Ressurreição, A Mão e a Luva, Helena, Iaiá Garcia, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Casa Velha, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires. Verdadeiros clássicos da literatura, escritos por Joaquim Maria Machado de Assis. No app, há ainda uma aba explicando quem foi Machado, com pequenas informações e uma foto do escritor.

A utilização do programa não poderia ser mais simples. Para ler um determinado livro, basta clicar em Romances e depois escolher a obra a ser folheada. Ela será carregada e você vai precisar apenas ir movimentando a tela, arrastando-a com o seu dedo, para “mudar de página”. Ao final, volte para o início e escolha mais um. Cultura e entretenimento garantidos para o seu iPhone ou iPad por muito tempo!


Para baixar o aplicativo basta ir até http://itunes.apple.com/br/app/machado-de-assis-romances/id398288960?mt=8


Fonte: G1.com.br

Termina sem acordo rodada de negociação entre governo e grevistas


Terminou sem acordo mais uma rodada de reuniões entre representantes do Ministério do Planejamento e de sindicatos de servidores federais, neste domingo (26), para tentar colocar fim às greves no setor público.

O governo ouviu durante o final de semana 14 categorias de servidores federais, mas não houve avanço. O governo afirma que, se os acordos não forem assinados até a próxima terça-feira (28), os trabalhadores ficarão sem reajuste.


Apenas neste domingo, se reuniram com o Planejamento representantes de seis categorias: servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), controladores de voo, analistas de infraestrutura, setor de Ciência e Tecnologia, seguridade social e do Itamaraty.


Assim como aconteceu no sábado, os sindicalistas disseram que vão levar a proposta às suas bases e que respondem, até terça-feira, se aceitam ou não o reajuste de 15,8%, em três parcelas até 2015, oferecido pelo ministério.


O governo afirma que não é possível avançar na proposta de reajuste e que não há mais tempo hábil para a análise de contra-propostas. É preciso incluir o aumento dos gastos com pessoal para o próximo ano no Projeto de Lei do Orçamento 2013, que tem que ser enviado ao Congresso até a próxima sexta (31). Por isso o governo estabelece a terça como prazo máximo para assinar os acordos. O período entre terça e sexta seria usado para técnicos redigirem os acordos e os projetos da lei orçamentária.


Segundo o ministério, as negociações após essa data podem continuar, mas só serão incluídas no Orçamento de 2014.


A maior parte dos sindicatos que representam os servidores públicos federais receberam proposta de reajuste de 15,8% a ser pago em três parcelas até 2015, com exceção dos docentes e dos técnicos-administrativos das universidades federais.


Desde março, quando começou a campanha dos servidores por reajuste salarial, o governo diz ter participado de mais de 180 reuniões com mais de 30 sindicatos.


Servidores que tiveram dias não trabalhados descontados da folha de pagamento do mês de agosto, que será paga em 1º de setembro, poderão negociar com o governo sob a condição de encerrarem a paralisação.




Fonte: G1.com.br 

No ensino médio, rendimento é maior com envolvimento dos pais


Os resultados de mais uma avaliação das escolas brasileiras saíram. As notícias são promissoras. De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011, a meta proposta pelo Ministério da Educação (MEC) foi superada pelo ensino fundamental I e II e atingida pelo ensino médio.


Esse índice é calculado considerando-se o rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e médias de desempenho na Prova Brasil. A ideia é atingir, até 2021, índices europeus, o que foi conseguido atualmente por 3% de escolas de ensino fundamental II e 12,88 % do fundamental I.


Esses dados referem-se ao Brasil como um todo. Porém, variam de acordo com a região, o que não é nenhuma surpresa. A região Nordeste, por exemplo, tem os índices mais baixos considerando-se os anos finais do ensino fundamental. O sudeste apresenta os melhores resultados. As coisas melhoraram, mas as diferenças entre as regiões do país continuam – a mais rica tem uma educação melhor que a mais pobre. A boa escola depende de investimento financeiro e também do interesse de que as coisas mudem.


Indo mais além, existem diferenças gritantes entre as escolas. Enquanto umas não conseguiram atingir 1,0 de média, outras ultrapassaram a casa dos 8,0. Ainda temos muitos problemas nessa área. A diferença da qualidade de ensino é uma delas, tornando a educação algo injusto em nosso país.


Um dado que chamou a atenção é que a nota dos anos iniciais do fundamental teve um crescimento maior em relação às séries finais e ao ensino médio. A ideia é que houve um investimento maior na fase inicial da escolarização. É o caso da antecipação da entrada do aluno na escola – antes era aos sete anos e hoje é aos seis. Como se vê, quando há empenho, os resultados aparecem. Porém, está mais do que claro que o avanço da educação formal não depende só da escola ou do quanto o poder público se importa com ela. Depende também do aluno e da família por trás. Tanto é assim, que algumas escolas atribuem seus bons resultados ao envolvimento dos pais.


No final do ensino fundamental, ou mesmo no médio, os jovens estão em uma fase mais complicada da vida: a adolescência. São tantas coisas para resolver internamente, em uma época em que o espírito contestador e opositor se inflama, que é até esperada uma queda em seu rendimento. Mesmo que isso seja comum de acontecer, não quer dizer que o aluno deva ser colocado na posição de pobre coitado e que as coisas fiquem como estão. Pelo contrário.


É aí que entra a família. Mais do que nunca, os jovens precisam dela, mesmo que digam o contrário. Além de a fase ser complicada para os pais, eles consideram que os filhos dão conta da escola sozinhos, e acabam deixando tudo por conta deles. Veem isso como uma condição para que cresçam.


Realmente é a fase de caminharem sozinhos, ninguém vai ficar lembrando o filho sobre ter que fazer a lição ou estudar para a prova. Essa responsabilidade deve ser construída antes. Porém, é preciso que os pais estejam atentos, cobrem empenho de seus filhos e os consequentes resultados (naquilo que podem oferecer). Não dá para entrarem na adolescência junto com eles.


No início da escolarização, a participação da família geralmente é intensa. Quando ela vai chegando ao fim, os pais se afastam.


Os índices do governo federal dão um sinal positivo. Mas, em se tratando de educação, que ninguém ache que já está tudo certo. Principalmente num país como o nosso, em que o problema nessa área parece ser crônico. Para crescermos é necessário muito investimento do poder público, aliado ao envolvimento do aluno e sua família com a aprendizagem.




Fonte: G1.com.br (por anacassiamaturano)


Escola e família devem se unir para o bom desenvolvimento da criança


Alguns pais se queixam quando a escola os chama diante de alguma questão com os filhos. O discurso é pautado por críticas e árido de elogios. Às vezes, os problemas são trazidos muito tardiamente, depois de meses, quando já não há muito o que fazer. Muitos sentem que as escolas veem os alunos como inimigos.

A relação entre instituição de ensino e família sempre foi confusa. Por um lado, existe a expectativa do aluno ideal que vai simplesmente aprender; por outro, a impossibilidade de enxergar o filho como ele é, inclusive com seus eventuais problemas. Cada uma a seu modo, ambas idealizam a criança, impossibilitando qualquer parceria que possa existir entre família e escola.


Ao receber um aluno, a escola deve ter claro que ele não é só um aprendente, ele é um ser em suas várias dimensões. Tem desejos, medos, reações, interesses, necessidades… É único. Alguns vêm com problemas que transcendem o ambiente escolar e que podem estar relacionados a uma situação de vida específica.


Ela, por sua vez, também não é só aquela que ensina, mas é uma figura de autoridade. Empurra o indivíduo para a realidade, para a responsabilidade e as regras. A relação entre eles pode ser ambígua, principalmente na adolescência, abrindo espaço para conflitos.


O ambiente escolar é privilegiado em possibilidades de percepção de vários aspectos da criança e de maneira mais neutra. É lá que ela passa grande parte de seu tempo, às vezes mais do que com sua família.


Diante do surgimento de qualquer problema com o aluno, é obrigação da escola comunicar os pais, sem grande demora. Só assim as coisas podem mudar seu rumo. Não dá para esperar que eles percebam espontaneamente. Às vezes, o que é explícito para uns, não é para outros. Tomar consciência de algo também depende de nossas condições emocionais.


Porém, elas também barram na dificuldade dos pais ouvirem o que têm a dizer. Fica impossível para muitos verem seus filhos como eles realmente são, com seus problemas. Ao admitirem isso, enxergam-se falhos em seu papel de pai ou mãe – mas não necessariamente são.


Se uma escola perde o precioso tempo em apenas criticar o aluno e pouco ajudar, talvez ela não seja a indicada para ele. É preciso também estar atenta para os aspectos positivos de  seus estudantes. Muitos são reduzidos a imagem de encrenca. Determinam para eles o lugar de problema, que eles ocupam. Os professores e coordenadores estão sempre lembrando os pais disso. Se uma criança traz muito problema, algo há. Família e escola precisam estar juntas, cada uma em seu papel.


Para isso, uma terá que confiar na outra. E saberem se ouvir mutuamente para estarem unidas em prol do desenvolvimento da criança. Caso se vejam como inimigas, é hora de desfazer essa parceria. Tendo em mente o porquê a desfizeram, para que as próximas sejam diferentes.


Quem lucra? Ora, todos. Mas principalmente a criança que estará sendo assistida em seu crescimento por duas figuras importantes – família e escola.





Fonte: G1.com (por anacassiamaturano)